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Cantar da Noite

Nome: Marianne D'Anjou

Cargo:

Tribo: d

Auspício: t

Nascimento: o

Posto: Fostern

Totem Pessoal: Cervo

Citação: “Mon cher, se Gaia não quisesse que la verité fosse dita, não teria me dado o dom da Voz.”

Histórico:

Antes do Lobo

A jovem Marianne foi criada na zona rural da Bourgogne francesa, em meio a vinhedos, tradições, antigas lendas e a sensação de que havia mais em sua família do que os seus pais gostavam de contar. Sua mãe era uma jovem irlandesa que, ao terminar a faculdade de Química, conseguiu um emprego em uma vinícola francesa de porte médio. Aileen McTarr, uma ruiva de olhos verdes, logo chamou a atenção do filho do dono da empresa. Não só por sua beleza, inteligência ou bom humor. Aileen seguia os Antigos Deuses da Irlanda, principalmente os Tuatha Dé Danann. Etienne Dubois converteu-se à antiga religião, e junto com a esposa passou a cultuar os seres feéricos. Após casarem-se, os dois passaram a viver em uma pequena casa, não muito longe da vinícola. No quintal, Aileen plantava flores e ervas, buscando tornar o local mais agradável para as fadas.

Foi nesse ambiente que cresceram as três jovens Dubois: Marianne, Marguerite e Magdalene. As três sempre foram muito ligadas, e desde cedo acreditavam na religião da mãe, buscando as respostas na Natureza e nos Antigos Deuses. Mas enquanto as duas mais velhas tornaram-se profissionais ligadas aos sistemas naturais, como agrônomas, e tiveram emprego garantido na empresa familiar, a jovem Marianne manifestava um espírito livre demais para isso. Sua alma voltava-se para a arte, a dança, a música, contar histórias e representá-las. Não era a mais bonita das três, porém, sua voz doce, seu encanto natural e um dom de convencer as pessoas a agirem da forma que lhe fosse mais conveniente compensavam a falta de uma beleza excepcional.

O único membro da família que parecia compreender a natureza errática da menina era seu tio, Campbar. Irlandês como Aileen, o mais velho dos irmãos McTarr preferiu a vida itinerante de músico. Porém, era presença constante na casa dos Dubois, fazendo a alegria das sobrinhas. Dava atenção a todas, mas tinha predileção por Marianne. Saiam juntos em longos passeios pelos bosques da região, tentando mostrar à menina os caminhos da natureza. Não obteve sucesso, já que a moça era uma criatura das letras e das artes.

A Transformação

A adolescência foi típica, com namoradinhos, festas e estudos. No final, ela estava decidida a prestar Artes Dramáticas. Bem sucedida nos exames, saiu com as irmãs, então terminando a faculdade de Agronomia, e mais alguns amigos para comemorar. Não traíram as raízes pagãs de sua mãe e fizeram um grande festival na floresta. Músicas e bebidas deixaram os jovens desligados, não percebendo a aproximação de um grande cervo. Irritado com a intromissão em seus domínios, e em plena época do cio, o animal arremeteu contra a vítima mais próxima, a primogênita dos Dubois, Magdalene. O que aconteceu ficou nebuloso para todos. Marianne lembra-se de gritar e de pular na direção da irmã. Os demais confessam ter ouvido o grito de Marianne, mas viram um grande lobo pulando em cima do cervo e o desviando de cima da mulher. Preocupados que estavam com o estado de Magdalene, não repararam aonde o lobo fora depois do ataque.

O único que entendeu o acontecido fora Campbar.

No dia seguinte, chamou Marianne para um de seus passeios. E foi então que Marianne soube toda a verdade sobre si mesma, os Garou e os Fianna. Ficou fascinada pela história da tribo que descendia dos lendários guerreiros celtas e com a confirmação que sim, fadas existiam.

O plano de Campbar era levar Marianne para o único caern Fianna na França, o Caern dos Filhos de Morrigan. Mas ela tinha outros planos. Aceitou ser apresentada aos Fianna desse caern, porém ao invés de dedicar-se à vida garou, preferiu fazer a faculdade. Só quando completou o curso, preocupou-se com deixar de ser um cub.

No Caern dos Filhos de Morrigan

Foi quando passou efetivamente a estar no Caern dos Filhos de Morrigan.

Foi bem recebida por Histórias-Antigas, um Galliard, guardador das principais histórias e lendas do caern, e principalmente por Verde-Paz. O philodox, um lupino de idade e muito calmo, adora contar e ouvir relatos de batalhas de outrora.

Na época de sua entrada, o caern passava por uma onda de renovação, com vários cubs e cliaths residentes. Marianne tornou-se amiga do grupo formado por Inimigo-dos-Fomoris, Anedota, Filho-do-Cervo, e Saudade-da-Floresta. Mais tarde, os cinco formariam a Matilha dos Espíritos de Gaia.

Recebeu seu nome garou por imposição de Matador-dos-Espirais, líder do caern. Ele disse que ela seria ainda a menestrel das horas escuras e que cantaria histórias de queda, desgraça e desonra para todos os garous.

E era essa atitude do Righ e de alguns outros membros do caern, que se dedicavam a remoer velhas glórias e a simplesmente defender sua área, sem se importar com o resto do mundo, que incomodava Marianne. Ela sabia que existiam outros garous, outras matilhas, outros caerns, e ansiava por conhecê-los.

Quando Paz-de-Espírito entrou em contato com Verde-Paz, dizendo que queria aumentar a presença Fianna no Caern do Vento Frio, o lupino imediatamente pensou na jovem. Conversou com Campbar, ou Melodia-do-Sangue, que sabendo da inquietude de Marianne, que não conseguia adaptar-se ali, levou-a junto.

No Vento Frio

Não se pode dizer que o primeiro contato da jovem Galliard com seus futuros irmãos de pack tenha sido amistoso. Se com Hunter, houve até certa simpatia inicial, com Stick e Rastros-sob-a-Lua, a história foi outra. O fato do Children of Gaia ser um metis causou imensa repulsa na Fianna, que não conseguia esconder o seu desagrado, manifesto diversas vezes em palavras azedas e irônicas. E a mácula sobre o Uktena até hoje a incomoda.

Com o tempo, os quatro acabaram trabalhando juntos como em uma equipe. No momento da transformação em pack, Marianne defendeu a posição de Stick como líder. No seu entender, o metis havia conquistado o direito a ser respeitado não só por ela, mas como por qualquer garou do Caern. Foi assim que a Fianna tornou-se uma dos Andarilhos da Tempestade.

A preocupação seguinte de Marianne foi arranjar um apartamento para si e seus irmãos de pack na cidade de Copenhague. Se para os demais, qualquer buraco estaria bom, ela, uma Fianna típica, que faz questão de ter um lar para onde voltar, conseguiu convencê-los (até por ser seu o dinheiro do aluguel) a alugar um apartamento de sala e suíte, localizado em um bairro boêmio, cheio de galerias de artes e de apartamentos para estudantes. O pequeno quarto ficou para ela, enquanto os demais se espalham na sala. Essa foi uma exigência de Marianne, que é um pouco sistemática com arrumação, para o desgosto de seus companheiros de pack. Principalmente de Rastros-sob-a-Lua que evitava qualquer tipo de arrumação.

A chegada de um quinto integrante causou um certo desconforto inicial. Marianne teve desentendimentos mais sérios com o integrante mais recente, o ShadowLord Makulus Karkanov. Além do desagrado em relação à tribo em si, o fato do garou ser sobrinho de um dos elders do Caern – justamente o responsável pela matilha – contribuiu para que a Fianna torcesse o nariz para as sugestões dele.

Porém, os constantes atritos internos , principalmente entre Stick e o Theurge, fizeram a jovem galliard procurar uma atitude mais conciliatória com seus irmãos de pack. Ela estava muito preocupada com o clima de afastamento que reina por vezes na matilha. Procurava cada vez mais aproximar-se de Rastros, para tentar trazê-lo de vez ao senso de família, e de Makulus, que ela sente ser ainda um deslocado no caern e na matilha, como ela mesma já foi.

Marianne passou a compartilhar seus segredos e suas dúvidas com Sophis Ruv, a galliard Black Fury da Matilha da Unidade de Gaia, quando esta passou a caminhar com os Andarilhos. Para a francesa, acostumada a uma casa cheia de mulheres, foi um alívio ter novamente companhia feminina, por mais que Sophis se distancie às vezes.

Discordou de Stick quando este assumiu integralmente a culpa pelo envolvimento da matilha com O “Belga”, mas pouco depois compreendeu a postura de seu líder, ao passar por uma situação em que a matilha tomou decisões depois condenadas pelos elders. Por ela considerar-se a líder, na ausência de Stick e Hunter, também tentou puxar para si toda a culpa, apesar da relutância de Makulus e Rastros.

A suposta morte de Rastros em seu rito de passagem a fez ver o quanto se importa com todos eles. Em um caso, talvez se importe até demais. Seguiu ao Galunlatl para buscar o theurge, apenas para descobrir que ele estava vivo, bem e fazendo uma grande limpeza em Copenhague. Obviamente, isso só confirmou as suas suspeitas de que o Theurge não é de confiança.

Prosseguiu guiando os Andarilhos nas ausências de Stick e Hunter, mas nunca sentiu-se segura nas funções de Beta da Matilha. Posteriormente, a revelação sobre as origens de Stick e o destino de sua mãe tem se mostrado um peso em sua alma.

Características:

Marianne é tagarela, desinibida e tem sempre um comentário ou um resposta pronta, traços que desagradaram muito no início tanto os elders do caern quanto seus próprios irmãos de pack. A custo, ela tem conseguido controlar seus impulsos. Ela tem também um senso de família muito intenso, sendo a que está sempre preocupada com a união do grupo. Seu pouco entendimento da sociedade garou faz com que ela desaprove certas atitudes do líder, mas isso não significa que as desrespeite.

Herdou os olhos verdes e os cabelos ruivos de sua mãe, sempre anda de tranças e roupas hippies.

Opinião sobre outros garous

Matilha dos Andarilhos da Tempestade: “Até que a morte nos separe. E eu sempre tive alergia à idéia de casamento...”

Stick: “Oui, ele é um mehtis. Et plus, ele é nosso líder. Non há garou que eu respeite mais, ou que julgue mais digno de minha confiança e respeito. Ele terá meu apoio, sempre. É claro que, por vez ou outra, iremos discordar. Mas a palavra final, est toujours de lui.”

Hunter: “Às vezes, eu tenho vontade de esganá-lo, principalmente quando ele começa a questionar a ordem das coisas na sociedade garou. Mas ele non deixa de ter razão. É um observador nato. Meio resmungão às vezes, mas faz parte do charme dele... je pense...”

Rastros-sob-a-Lua: “Leif pode tirar um santo do sério, mas a crise da adolescência está passando e notre theurge está se tornando plus sábio... Mas daí a ele se tornar beta e nos liderar, há uma GRANDE diferença.”

Makulus Karkanov: “Il me dava nos nervos com o que eu achava ser uma mania de sabe-tudo. Mas com o tempo, descobri que nosso Shadowlord é uma pessoa amável, gentil e atenciosa, apesar de muito fechado e um tanto paranóico. Alguém em que posso confiar, le plus cher dos meus irmãos de matilha...”

Sophis Ruv: “Tornou-se nossa irmã. Ela tem sido ótima companhia e fará muita falta quando voltar definitivamente para sua matilha...”

Unidade de Gaia: “Conheço-os pouco. Mas non sei se quero conhecer melhor.”

Seawulf Roar: “Acho que ele finalmente está começando a pensar... Não muito, mas enfin é um começo.”

Johann Gutentäg: “O único Shadowlord em que eu confio é o Makulus. E pelo visto não vai ser o Johann que vai me fazer mudar de idéia!”

Verdade-das-Sombras: “Nosso tutor sempre foi um enigma para mim. Depois das revelações que tivemos consegui – talvez – entende-lo um pouco melhor...”

Paz-de-Espírito: “Sinceramente, é o elder que eu mais respeito. Non só por ele ter criado o Stick, mas pelo seu comportamento. Se houvesse uma maneira de tirá-lo do harano e traze-lo de volta.”

Espírito-da-Neve: “Doido de pedra. Espero que isso venha de ser um Silver Fang, e non de ser um galliard. E me detesta, je ne sais pas pourquoi. Mas tem uma coleção interessante de Silver Records, que eu espero um dia ver completa...”

Pedra-de-Ferro: “Tentou limpar a minha barra e a do Hunter, e acabou ferido por uma lâmina da wyrn. E depois percebemos que sua história é mais complicado do que parece.”

Cérberus: “Hum... non sei pourquoi, mas toute la fois que o vejo, vem a minha cabeça um desenho animado antigo de um carneirinho que gritava ‘É o lobo, é o lobo, é lobo’. Un loup que a muito custo consegue agir como um garou, equilibrando suas naturezas.”

Melodia-do-Sangue “Desde o dia da minha mudança até a nossa chegada no Vento Frio, foi o meu melhor amigo e meu único companheiro. Aqui nos distanciamos, mas desconfio que ele quer que eu aprenda meu caminho pelas minhas próprias pernas...”

Caern da Gruta Funda: “Silver Fangs. Avec toute a arrogância da tribo. Estou até hoje tentando entender direito o que aconteceu lá...”

Caern da Deusa: “Meu tio sempre me disse para respeitar as Fúrias. E elas merecem todo o meu respeito. Poucas vezes depois da minha mudança estive tão em paz quando no caern delas.”

Caern dos Filhos de Morrigan: “Meu antigo lar. Fantasma que assombra. Onde aprendi muito.”

Ficha

Nome Garou: Cantar da Noite

Nome Verdadeiro: Marianne Dubois

Nascimento: Homid

Augúrio: Galliard

Tribo: Fianna

Posto: Fostern

Totem Pessoal: Cervo

Matilha: Andarilhos da Tempestade

Totem da Matilha: Guaxinim


Atributos

Força: 2

Agilidade: 3

Vigor: 2

Carisma: 4

Manipulação: 4

Aparência: 2

Percepção: 3

Inteligência: 2

Raciocínio: 6

Habilidades

Talentos

Alertness 2 Athletics 2 Brawl 2 (+1) Dodge 2 Empathy 3 Expression 3 Intimidation 2 Primal-Urge 2 Streetwise 1 Subterfuge 2

Habilidades

Animal Ken 1 Crafts 1 Drive 1 Etiquette 2 Firearms 2 Leadership 1 Melee 4 Performance 3 Stealth 2 (+2) Survival 3 (+3) (+3)

Conhecimentos

Enigmas 1 Linguistics 2 (Francês, Inglês, Dinarmarquês) Occult 1 Rituals 2


Outras Características

Fúria: 4

Gnose: 4

Força de Vontade: 6 (+3)

Backgrounds:

Mentor 2 (Melodia-do-Sangue) Ancestors 2 Resources 3 Totem Cervo


Gifts:

1. Persuasion 2. Mind Speak 3. Faerie Light 4. Perfect Recall 5. Resist Toxin 6. Call of the wyld

Rituais:

1. Solsticio 2. Equinocio 3. Gathering for the departed 4. Ritmo dos Ossos (Minor) 5. Rite of cleansing


Fetiches:

Merits:

Voz do Rouxinol

Flaws:

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