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Uivo Branco

Nome: Hans Christian Larson

Tribo: c

Auspício: s

Nascimento: o

Posto: Fostern

Totem Pessoal: Stheno

Obs.: Personagem do Aquaman


“Só existe uma coisa com poder suficiente para decidir a batalha entre Gaia e os servos da Wyrm: a união entre os Garou”.


O Apocalipse está próximo, todos sentimos isso. A diferença é que enquanto os outros parecem achar que a desunião é um sinal do fim dos tempos, eis aqui um Garou que acredita que isso é tão somente uma de suas causas.


Ainda lembro da noite de minha transformação. Aconteceu quando, mais uma vez, tive de tomar uma decisão difícil. Pelo menos àquela altura parecia difícil decidir entre reagir ou não à violência. Aconteceu quando andava calmamente pela noite de Søllerød, tinha completado 17 anos há pouco e voltava pra casa quando fui abordado por um ser pálido e de aparência estranha cuja presença me incomodou de forma peculiar. Talvez por isso minha reação tenha sido diferente da usual, não mantive a calma. A última coisa de que me lembro é seu movimento sacando uma arma e disparando contra meu peito, enquanto o empurrava ao chão.


Acordei nos domínios do Caern. Mais tarde saberia que, pela primeira vez, minha rage tinha tomado conta de minhas ações, e isso muda tudo.


Ao lado de meus pais, Wilbur e Elizabeth Larson (Americana)sempre vivi confortavelmente em Søllerød. Segundo meu pai, sou seu segundo filho único, uma vez que meu único irmão, Niels, 15 anos mais velho que eu, saiu de casa quando completou 18 anos. Obviamente eu era uma criança e pouco me lembro dele. Meu pai sempre disse que uma das coisas que mais o intrigava era a forma com Niels sumiu e, meses depois, ligou dizendo que estava fazendo faculdade na Califórnia e morando na casa de nossos tios em São Francisco. Normal, uma vez que isso não deve ser algo comum nas famílias. Ainda mais com a naturalidade que minha mãe demonstrou ao receber a notícia. Como o velho Wilbur gosta de contar, parece que ela de alguma forma sempre soube que meu irmão estava bem. Foi como se esperasse por essa atitude da parte dele: “Lá, ele será melhor ensinado do que aqui” – ela dizia. Embora eu nunca tenha sido um modelo de filho, nunca havia entendido esse afastamento repentino.


Eis que acordo dentro dos domínios do Caern do Vento Frio. Em um instante vejo que passei a noite fora, sem dar satisfação, e tento me lembrar do que aconteceu. Nada vem à minha cabeça. Sou surpreendido por aquele que me ensinaria o básico sobre ser um Garou. Paz-de-Espírito, um lobo, que fala comigo e eu estranhamente o compreendo:


- Levante-se, há muito o quê aprender.


Logo em seguida, a primeira visão de um crinos me surpreendeu, talvez não tanto quanto o fato de eu poder assumir aquela forma pouco tempo depois, ainda que sem o chifre de unicórnio como o daquele que primeiro avistei.


Eu e os lupus que viriam a se tornar meus companheiros de pack ficamos sabendo de tudo o que deveríamos para, ao menos, entender a situação. É, não foi fácil, e o dia foi passando, a semana, e me vi longe de casa, ainda sem dar muita satisfação. A desculpa de passar uns dias na casa de amigos não duraria muito tempo. Como pôde minha mãe receber com tanta naturalidade, o fato de eu ter saído de casa pretendendo voltar na mesma noite, e tendo ficado mais de uma semana longe de casa?


Antes de resolver isso, precisava aprender que era um Philodox, e mais que isso, aprender que dali por diante teria de tomar decisões. Confesso que a perspectiva me assustou, mas a indecisão faz parte da vida. Ser um Garou não me destitui por completo da condição de ser humano, e não há nada mais natural do que tomar decisões, todos nós fazemos isso. Foi também por volta deste momento que fiquei sabendo que era um Children of Gaia, e apesar de não entender muito, de alguma forma isso me deixou em paz.


Depois de algum tempo, algo como duas semanas, se bem me lembro, pude enfim voltar para casa. Logo quando entrei encontrei meu pai com fisionomia preocupada, minha mãe, aparentemente tranqüila, e meus avós, com os quais tive pouco contato, mas por quem sempre tive grande respeito. Estavam em minha casa e minha mãe mal pôde contar aos sogros onde eu estava. Foi interrompida justamente pelo barulho da porta se abrindo, e, antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, veio em minha direção e me deu um abraço:


- Te trataram bem?


Respondi que sim, e que era bom estar de novo em casa. No decorrer daqueles dias, pensava em como conseguiria conciliar a vida de Garou com uma vida normal. Decidi que essa não era uma opção para mim, e resolvi adotar a solução de meu irmão: sair de casa.


Moraria sozinho, com a desculpa de estudar, não na Califórnia, mas aqui mesmo. Minha mãe simplesmente não quis saber de mais nada a respeito, (talvez ela achasse que agora, 15 anos depois, eu seria bem ensinado por aqui) nem mesmo o quê eu iria “estudar”. Meu pai, por outro lado, encontrava-se surpreso o bastante para não me dar qualquer tipo de conselho que fosse.


Foi o que eu poderia chamar de um início conturbado. Com tudo se acertando ao longo do tempo, as atividades dentro do Caern foram se tornando algo comum. Logo me acostumei com as leis dos Garou, estudei com afinco a Litania, os rituais, a hierarquia e tudo o que minha nova vida trazia junto consigo.


Houve tempo para aprender um pouco de informática na cidade, mas logo me tornaria Cliath, e decidi que as responsabilidades como Garou viriam em primeiro lugar. Dediquei-me em tempo quase integral às atividades do Caern.


Mais um tempo se passou e me vi desfrutando da companhia daqueles que seriam minha pack, em sua formação original, Seawulf Roar, Coruja-do-Norte, Sophis Ruv e Flecha-Silenciosa. Trabalhamos juntos algumas vezes antes que Filha-da-Lua nos transformasse em uma pack, de fato. Foi justamente em uma destas vezes que um dos mais marcantes episódios de minha vida aconteceu.


Não gosto muito de lembrar desse dia. Enfrentávamos alguns Black Spiral Dancers em plena casa de meus avós, mas havíamos chegado tarde. Encontrei os dois, mortos em sua sala de estar. Foi a segunda - e última, espero - vez em que a rage tomou conta de minhas ações. Obviamente gostaria que este episódio nunca tivesse acontecido. Esse acontecimento lamentável só serviu para que eu entendesse a nossa situação, por isso eu digo: Estamos em guerra, não há como negar.


Quando formamos a Matilha da Unidade de Gaia, tornei-me líder. Não que eu seja insubordinado, nem que realmente ligue pra isso, entendam, mas simplesmente não senti necessidade em ser líder, simplesmente aceitei a condição. Com a recente saída de Flecha-Silenciosa por seus motivos que não cabe a ninguém especular quais são, e a entrada de Johann Gutentäg, aliado ao afastamento temporário de Sophis, a matilha tem encontrado alguns problemas de relacionamento, eu diria.


Ok, eu sei que ahrouns quase sempre serão de alguma forma impulsivos, acredite, eu também tenho rage, sei como é isso. Entretanto, quando Seawulf resolveu me desafiar pela liderança do pack, não fiquei surpreso. Sequer achei que agira por impulso, sempre esperei pelo momento em que isso aconteceria. Talvez muitos não tenham entendido minha atitude de entregar a ele a liderança. Percebi a necessidade que ele tinha de liderar, sua necessidade de afirmação. Sinceramente não sei se isso existe entre lobos, acredito que sim, o fato é que não pretendia lutar pelo cargo de líder e decidi entrega-lo. Tudo bem, eu não sou filósofo, mas a vida é feita de decisões.


Como bem sei, nem todas as decisões são definitivas e acreditar nisso é o que me dá segurança para tomar a próxima delas. A liderança não parece ter surtido o efeito desejado em Seawulf, pretendo ter uma conversa com ele e o resto da pack a respeito disso em breve. Não me parece que possamos resolver tudo por meio da força. A chegada de Johann me preocupa, acredito que sua presença fez com que Seawulf se tornasse mais inclinado a esse tipo de ação, e espero que isto seja tudo com o que tenha que me preocupar a seu respeito. Coruja do Norte passou por muitas mudanças, não parece mais aquele lobo que perdeu a família, e contestar minha liderança (ou a falta dela - segundo ele) não veio como ofensa. O que não posso ignorar é que, com as mudanças recentes, perdi apoio. Não sou mais ouvido como gostaria, mesmo tendo dado ouvido a todos pelo tempo que fui líder. Precisamos voltar a ser uma pack de fato, trabalhar em equipe, não há outra opção na qual gostaria de pensar.


O que Uivo Branco pensa dos outros (pelo menos o que pode ser publicado).


Sophis Ruv: A melhor companheira de pack que se poderia desejar. Admiro sua determinação e a forma como canaliza sua fúria para alcançar um objetivo.

Seawulf Roar: Me surpreendeu. Nunca achei que um lobo pudesse ser tão orgulhoso. Sua impulsividade faz com que suas atitudes beirem a arrogância. Falhei ao pensar que a responsabilidade de liderar o pack pudesse torna-lo mais receptivo aos anseios dos companheiros. Além disso, precisa entender que mesmo a rage sendo um presente da Wyrm, os Garou, como servos de Gaia, devem fazer uso dela para combater a Wyrm, e não deixarem levar-se por sua fúria.


Coruja-do-Norte: Um bom amigo. Claramente precisa se encontrar. Talvez, a exemplo de seu irmão, o que lhe falte seja ouvir os irmãos de pack. Nele, entretanto, vejo avanços. Acredito que dentro em breve perceberá sua importância no pack, e isso tende a melhorar sua relação com todos.


Johann Gutentäg: Sua chegada foi recente e pouco sei sobre ele. Sua boa relação com Seawulf me tranqüiliza, pois me faz achar que se sente à vontade com o pack. Por outro lado, espero sinceramente que esteja nos ajudando de bom grado.


Cigarra-na-Noite: Chegou há pouco tempo mas não deixa de inspirar confiança, parece sensato o bastante para desempenhar função tão importante quanto tratar com espíritos, tende a se tornar um bom amigo.


Matilha dos Andarilhos da Tempestade: Se considero os companheiros de pack como irmãos, diria que os tenho a todos como primos próximos. Prova disso é o modo como acolheram Sophis e a cooperação com a PUG em acontecimentos recentes. Stick parece ser um líder bastante sereno, admiro a forma como mostra que a fúria não precisa ser determinante nas ações de um ahroun. Cantar da Noite e Hunter são dois dos Garous a quem mais admiro pela coragem demonstrada em assumir Stick como seu líder. Quanto a Rastros-sob-a-Lua e Makulus, tenho minhas reservas. Nada de concreto me faz pensar que possam fazer algum mal, não acredito nessa hipótese, mas espero sinceramente que os conhecendo melhor essas reservas passem a não mais existir.


Filha-da-Lua: Admirável, faria tudo que fiz para ajuda-la novamente. Talvez ela mesma não saiba, mas nunca senti que ela tenha ficado em dívida conosco.


Paz-de-Espírito: É um lobo velho. Mas tem bom coração, por trás daquele mau humor, e eu sei disso. Tenho a impressão de que seu altruísmo é um dos pilares que mantém o Caern vivo e em ordem.


Cérberus: Ele faz o que pode, e acredito que poucos teriam a coragem de assumir um Caern como o Vento Frio, nas circunstâncias em que ele o fez.


Verdade-das-Sombras: Tradição é essencial à sociedade Garou. Não há como não respeitar alguém que preze tanto por ela. Seus métodos são discutíveis, mas não há como não acreditar que sua intenção é trazer o melhor para o Caern.


Espírito-da-Neve: Tradicionalismo é característica dos Silver Fangs. Entre os tradicionalistas, este Garou, responsável pela manutenção da tradição escrita de gerações inteiras sabe de sua responsabilidade. Nesses dias finais, há quem discuta sua sanidade, mas já ficou provado que tem absoluta consciência de sua missão e que também está disposto a defende-la com a vida.


Lago-dos-Mistérios: Por algum motivo guarda distância de Verdade das Sombras, mas nas poucas vezes que teve contato comigo e minha pack, não hesitou em nos ajudar sem pedir nada em troca. O que posso oferecer em troca é minha ajuda e a não intromissão em seus assuntos.


Justiça-das-Ruas: O melhor que o Concreto de Gaia tinha a nos oferecer, aparentemente. Uma voz apaziguadora nesses tempos difíceis fazia enorme falta nas fileiras do Caern. Paz de Espírito ganha uma aliada com mais jogo de cintura do que ele próprio.


Pedra-de-Ferro: Encontra-se na situação atual por motivo absolutamente nobre, e por isso merece todo o meu respeito. Despiu-se de orgulho, ao tentar consertar o erro de outros de rank menor. Espero que não se torne mais uma vítima da guerra, ainda tem muito a nos ajudar no Caern.


Septo do Concreto de Gaia: Eles têm o direito de pedir para ter voz ativa dentro do Caern. Por quê, entretanto, só o fazem agora, que o Caern se mostra florescendo novamente? Onde eles estavam quando o Caern precisou, no passado?


Patas-Tortas: Todos devem ser bem-vindos ao Caern desde que venham com intuito de ajudar e boas intenções.


Caern da Deusa: Sem dúvida, depois do Vento Frio e de minha própria casa, esse é um lugar que posso chamar de lar. Fico feliz que Stheno abençoe também um Caern tão importante para mim quanto este. Além disso, suas visões por mais confusas, têm contribuído de forma determinante para meu crescimento como Garou.


Dana: Como espírito que protege, entre outros, os Fianna, por quem tem grande afeição, Dana sabe da importância de cuidar das relações entre nós e todos os nossos irmãos Garous, sem distinção. O fato de Dana ter escolhido abençoar nosso pack reforça a idéia de que nossa missão é criar unidade, somando-se a isso o fato de termos surgido no Caern do Vento Frio, com toda sua história conturbada, e também o fato de sermos de tribos, locais e nascimentos diferentes. Dana parece acreditar, assim como eu, que todas as diferenças podem ser superadas se estivermos ligados pelo objetivo comum, como é aquele de todo Garou. Pessoalmente, me agrada ter sido abençoado por Dana, pois ela representa, entre outros aspectos, o lado maternal, de proteção, que minha tribo assume - não raro - para com os irmãos de luta.


Stheno: Já era abençoado por Dana quando descobri ser também abençoado por Stheno. Senti, por um momento, que não seria capaz de corresponder a essa proteção. Em pouco tempo, entretanto, acabei me tornando mais confiante. Era justo o que me faltava.


Outros Metamorfos: Os inimigos de meus inimigos são meus amigos, e vice-versa. Não vejo os outros metamorfos como meus inimigos, principalmente se combatem a Wyrm em qualquer de suas formas. A guerra das fúrias teve seu tempo e não foi boa para nenhum dos lados, não é tempo de nos envolvermos em mais guerras, já temos uma para travar.

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